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sábado, 11 de fevereiro de 2017

19:11

Aokigahara Japão - A Floresta dos Suicídas

Uma floresta cheia de mistérios, o que tem de tão pesado neste lugar que leva a maioria das pessoas a cometerem suicídio lá? Dizem que ao entrar na floresta você pode sentir o clima pesado e um total desconforto. Conta-se também que no século XIX havia um costume muito estranho de levar as pessoas doentes e velhas já a beira da morte para morrer em locais isolados, como a floresta, e esses espíritos ficaram vagando por lá e assombrando quem visitasse o local.
Não existe uma explicação lógica para o que acontece lá, mais o que se sabe realmente é que é um lugar muito pesado e difícil de permanecer por muito tempo. Vamos conhecer um pouco mais sobre essa sinistra floresta.



Aokigahara, também conhecida como Mar de Árvores, é uma floresta de 35km² situada na base noroeste do monte Fuji, no Japão. A floresta contém um grande número de rochas e cavernas de gelo, alguns dos quais são pontos turísticos populares. Devido à densidade das árvores, que bloqueiam o vento, e à ausência de vida selvagem, Aokigahara é conhecida por ser estranhamente silenciosa. Contam-se muitas lendas acerca da floresta. Algumas delas a relacionam com demônios e espíritos malignos característicos da mitologia japonesa e é conhecida por ser um local comum de suicídios. No ano de 2010, 54 pessoas completaram o ato na floresta, apesar de numerosas mensagens, em japonês e inglês, para que as pessoas reconsiderassem suas ações. Em média, são encontrados cem corpos por ano, alguns em avançado estado de putrefação ou até mesmo somente seus esqueletos.



A floresta é um lugar comum de suicídios, considerado o mais comum do Japão e o segundo do mundo, atrás apenas da Ponte Golden Gate, em São Francisco. As estatísticas variam, no período anterior a 1988, ocorriam cerca de 30 suicídios cada ano. Os números aumentaram desde então. 
Em 2002, 78 corpos foram encontrados dentro da floresta, batendo o recorde que até então acontecera no ano de 1998, quando 73 corpos foram encontrados. Em 2003, o número chegou a 100, quando deixou de ser divulgado pelo governo na tentativa de diminuir a relação da floresta com o suicídio, outras referências de entidades não ligadas ao governo e dados informais continuaram a existir. Em 2004, 108 pessoas se mataram na floresta. Em 2010 o número de pessoas que tentaram suicídio aumentou drasticamente para 247, mas apenas 54 completaram o ato. O mês de maior número de suicídios no Japão é março, o fim do ano fiscal no país.
O alto índice de suicídios chamou a atenção das autoridades japonesas, que colocaram avisos em japonês e inglês desencorajando o ato. A "Caça ao Corpo" consiste em um pequeno exército formado por policiais, voluntários e jornalistas que buscam por corpos na floresta, é realizada desde 1970. 


A popularidade da floresta como lugar de suicídios surgiu em 1960, na novela Kuroi Jukai (Mar sombrio das árvores), de Seichō Matsumoto, que termina com dois amantes cometendo suicídio na floresta. Porém, os relatos de suicídio na floresta precedem da publicação da novela, e o lugar há muito tempo era associado à morte. Talvez ele seja praticado na floresta desde o século XIX. A floresta é supostamente assombrada pelos fantasmas daqueles que morreram e também chamada de Floresta do Suicídio. Em 2015 também foram encontradas tendas abandonadas por turistas que por ali se tinham alojado e desde então o número de habitantes locais a visitar a floresta diminuiu, mas o número de turistas é cada vez maior. O número de habitantes locais a visitar a floresta não conta com o número de suicidas.



Fonte de pesquisa: wikipedia

domingo, 29 de janeiro de 2017

04:37

Fazenda Assombrada Hinterkaifeck



No dia 29 de Março de 1922 na Alemanha, no momento em que o país ainda tentava recomeçar no meio das dificuldades devido a 1ª Guerra Mundial, a notícia do assassinato de 6 pessoas em uma fazenda o chamada Hinterkaifeck, aterrorizou os alemães, pela violência do crime, mas também, por causa da situação envolvida era realmente muito estranha, visto que até hoje não encontrou-se explicação. Centenas de pessoas foram ouvidas em depoimentos intermináveis afim de solucionar o caso e colocar o assassino ou assassinos na cadeia. No final de tantas investigações ninguém foi preso e nenhuma explicação foi encontrada para as mortes violentas que aconteceram na fazenda.


O nome do proprietário Andreas Gruber, estava com 63 anos de idade, os vizinhos não os conheciam muito bem. Falavam que era um homem estranho e ele não era bem quisto pela vizinhança. Andreas morava na fazenda com sua esposa, Cäzilia de 72 anos, sua filha viúva de 35 anos, sua outra filha Viktoria de 7 anos, seu filho mais novo Josef de 2 anos e uma serva, chamada Maria Baumgartner, de 44 anos. 



Um dos empregados que trabalhou nesta casa durante alguns meses antes das mortes da família, afirmou à polícia que, a casa era mal assombrada. O nome dele era, R. Kreszenz, ele tinha parado de trabalhar na fazenda em 1921. Contou coisas estranhas que aconteciam, como por exemplo: Equipamentos que quebravam do nada, chaves que desapareciam, e nesse período o dono da casa Andreas Gruber encontrou um jornal em sua casa que não era distribuído naquela região.




Teve um acontecimento onde Maria Baumgartner e Andreas Gruber notaram algo muito estranho, que até chegou a comentar com alguns vizinhos sobre o ocorrido. Gruber havia encontrado pegadas na neve, levando desde a floresta até a sua casa. Andreas Gruber não viu nenhuma evidência, de que alguém tivesse saído da floresta e entrado na sua casa.
Depois do ocorrido, Gruber não viu necessidade de dizer as autoridades o que tinha visto sobre as pegadas na neve.

Quatro dias depois de Andreas Gruber comentar com os vizinhos sobre as pegadas na neve, alguns cidadãos preocupados dirigiram-se para sua fazenda pensando que poderiam pegar algum invasor, mas não encontraram ninguém e acharam tudo muito estranho.


O filho mais novo de Andreas Gruber não foi para a escola e como ele não ficava nunca ausente na escola, resolveram ir na casa da família. Chegando lá, eles encontraram uma cena de um pesadelo.Todos os cinco membros da família e a Maria Baumgartner, ao todo 6 pessoas tinham sido cortados até a morte. 



As autópsias foram feitas no celeiro, onde Cäzilia Gruber, sua filha, esposa e outros foram mortos. Maria Baumgartner foi assassinada em seu quarto. Josef o bebê de 2 anos foi cortado até à morte, foi encontrado em seu berço.


A arma do crime estava determinado era um Kreuzhacke, mais conhecido como picareta.


O assassino pode ter tido pouco tempo para matar, cerca de duas horas. Nas autópsias dos corpos, o Dr. Johann Baptist Aumüller removeu cabelos e cabeças das vítimas, para ajudar na autópsia, já que os piores danos foram feitos nas cabeças das vítimas e assim ele poderia examinar melhor. As seis vítimas foram enterradas sem cabeça, pois os crânios foram perdidos na confusão e caos no fim da segunda guerra mundial, mais um acontecimento triste para essa família.


Acredita-se que os assassinos dessa família ou fantasmas assassinos, ou até mesmo os fantasmas da própria família, ficaram depois do ocorrido nas dependências da fazenda durante muitos dias, visto que as tarefas rotineiras da fazenda continuaram sendo feitas e também continuaram alimentando o gado, e havia movimentos estranhos na casa. Fazendas vizinhas informaram terem visto fumaça da chaminé durante este período.


No ano seguinte, a fazenda foi demolida. Hoje tudo o que resta é um campo e um monumento lembrando do crime. Ninguém foi preso pelo crime, por que depois de muitas investigações não foi descoberto quem matou ou o que matou eles naquele dia e ainda permanece um mistério até hoje.

Pesquisa e autoria: Rody Flores

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

20:37

Amityville - Como tudo começou

Em junho de 1965, a família DeFeo adquiriu a casa nº 112 na rua Ocean Avenue. Era uma casa linda, bastante espaçosa e com uma casa de barcos, um anexo com ligação ao rio. Além do Sr. e Sra. DeFeo, foram morar na casa seus 5 filhos. Todos esperavam uma vida tranquila.




Os DeFeo tinham alguns problemas, que eram causados pelo seu filho Ronald. Ronald era viciado em drogas e cometia furtos para sustentar seu vício. Por causa desse comportamento, as brigas eram frequentes entre Ronald e seu pai.


A vida da família DeFeo mudaria por completo em 13 de novembro de 1974. Ronald estava assistindo televisão no segundo piso, quando se levantou, pegou a carabina, dirigiu-se ao quarto de seus pais, e disparou dois tiros contra a sua mãe e seu pai.

Corpos de Louise e Ronald DeFeo, os pais de Ronald.

Em seguida matou os seus dois irmãos John e Marc e posteriormente também as suas duas irmãs Dawn e Allison.

Corpo de Allison DeFeo de 13 anos

Corpo de Dawn DeFeo de 18 anos.

Corpo de John DeFeo de 9 anos.

Corpo de Marc DeFeo de 12 anos e a cadeira de rodas que usava temporariamente devido a uma lesão recente causada ao jogar futebol.

A policia não conseguia achar uma explicação para os fatos, e quais reais motivos levaram Ronald a cometer os crimes. Também os seguintes fatos ficaram sem explicação:

– Todas as seis vítimas foram encontradas sem sinal de luta ou sedativo. (o que é muito estranho, pois um barulho de arma, seja ela qual for, é muito alto pra uma pessoa não acordar com os disparos)

– Os vizinhos disseram que não ouve barulho de tiros, e a investigação policial concluiu que não foi feito o uso de silenciador na arma.

Logo que a polícia prendeu Ronald, ele tentou incriminar a máfia pelos crimes cometidos, mas logo descartaram a hipótese, depois que acharam uma caixa de arma vazia, igual à que ele tinha usado no crime. Mais tarde no julgamento, ele confessou os crimes: ”começou tudo muito rápido. Assim que comecei, não consegui parar! Foi tudo muito rápido”.

Ronald sendo acompanhado pela polícia.


Quando lhe perguntaram o motivo de tamanha atrocidade ele afirmou: “Eu não matei a minha família, eles iam matar-me. O que eu fiz foi em autodefesa e não há nada de errado com isso. Quando tenho uma arma na mão, não há dúvida nenhuma sobre quem eu sou. Eu sou Deus”.

Alguns anos depois, Ronald mudou a história do ocorrido novamente. Ele alegou que a irmã, Dawn, e mais duas pessoas, teriam participado do crime, mas quando ele descobriu sobre as ações da irmã, ele teria dado uma pancada na cabeça dela e logo após disparou na cabeça da menina. A polícia voltou a investigar, e descobriu pólvora na roupa e nas mãos da irmã de Ronald. O que leva a polícia a crer que ela disparou uma arma naquela noite. No relatório policial foi anotado que na roupa de Dawn constava vestígio de pólvora, e como nota adicional, consta ainda que Ronald e Dawn praticavam incesto.


A família Lutz'

Um ano após a tragédia, a casa foi vendida, em dezembro de 1975, para a família Lutz, que era composta por George e Kathy Lutz e seus 3 filhos Daniel, de 9 anos, Christopher, de 7 e Missy, de 5. Os Lutz foram avisados do ocorrido, mas eles alegaram não se importar com os fatos. Então a família mudou-se para o local. Por insistência de um amigo, um pastor foi chamado para benzer a propriedade, mas enquanto ele fazia o ritual, ouviu uma voz de homem ordenar “saia daqui”. Ele não disse nada ao casal no dia, mas quando ligou para avisar a família para não usar aquela sala, a ligação foi interrompida. Após o incidente ele começou a sofrer de febre e feridas nas mãos.

Os Lutz moraram por apenas 28 dias na casa e fugiram deixando a maioria dos seus pertences para trás.

Alguns relatos de acontecimentos com a família Lutz:

– O marido, George, passou a acordar sempre às 3h15, horário estimado em que ocorreram as mortes da família DeFeo. Sua mulher tinha pesadelos constantes sobre os assassinatos, chegando a “vê-los” na ordem em que haviam sido executados.

-Após descobrir uma sala secreta que não fazia parte da planta da casa, com as paredes pintadas de vermelho, o casal ficou mais preocupado ainda. O cachorro da família não chegava perto do lugar.

-Uma noite, quando acendiam a lareira da casa, o casal jura ter visto a imagem de um demônio se formar e queimar no ar. Na mesma época, uma das crianças da casa passou a comentar sobre um “amigo invisível” que tinha olhos vermelhos.

Daniel Lutz afirma que uma certa noite viu um demonio em seu quarto e que em seguida começou a levitar.

A ainda muitas especulações sobre o que realmente aconteceu em Amityville, alguns céticos dizem que tudo foi inventado pelos Lutz. Porém o casal Warren foi chamado para ir até o local após a família Lutz abandonar a casa, e segundo Lorraine Warren uma família não abandonaria tudo subitamente, deixando inclusive pertences pessoais se estivessem inventando tudo aquilo.

Foto tirada de dentro da casa já abandonada. 


sábado, 20 de agosto de 2016

14:32

BORLEY RECTORY - “A CASA MAIS MAL ASSOMBRADA DA INGLATERRA. ”

A mansão foi construída em 1863 no local de uma antiga propriedade do século XVII, mas destruída em um incêndio em 1939. Mesmo assim afirmam que continua a ser um lugar de arrepiar e de atividades sobrenaturais.
Os primeiros relatos de poltergeist, se iniciaram no ano de 1863 onde foram encontradas várias pegadas misteriosas em volta da casa.
Em 1900, as filhas do reverendo viram, ao cair da noite, uma freira que, ao se aproximar, desapareceu como um fantasma.
Em 1927, quando o Reverendo Guy Eric Smith, a esposa e sua filha mudaram para o local, foram presenciadas várias atividades assustadoras. A família descreveu que ouviam toques de sinos, sons de vidros quebrados, luzes nas janelas e a própria Sra. Smith viu uma carroça sendo puxada por cavalos durante a noite.
Apavorados e sem solução para o problema, comunicaram ao jornal da cidade que providenciou a vinda do paranormal Henry Price para investigar os acontecimentos. Neste momento o local começou a ficar famoso.
Na chegada do paranormal, novamente houve manifestações fantasmagóricas: Pedras rolavam, vasos eram atirados além de outros objetos, e barulhos que pareciam serem mensagens.
Logo em seguida, os Smiths abandonaram o local e, em 1930, foi aprovada a transferência do reverendo Lionel Foyster com sua esposa e filha, Adelaide. O novo reverendo documentou mais de 2000 acontecimentos estranhos: Pedras, garrafas e vários objetos sendo atirados, sua esposa afirmou ter sido atirada em sua cama por um poltergeist assassino. Certa vez o reverendo tentou exorcizar o local, porém foi atingido por uma grande pedra em seu ombro.
Mais uma vez a reitoria ficou sem moradores e, cinco anos depois, o paranormal Henry Price, que até então vinha acompanhando os acontecimentos, conseguiu alugar o local por um ano para uma nova investigação. Convocou 48 alunos, entre eles estava Glanville Helem para documentar qualquer atividade paranormal.
Até que, em 1938, Glanville Helen afirmou ter feito contato com dois espíritos. O primeiro era o fantasma de uma jovem freira e ela dizia ter sido assassinada no local, ela abandonou sua ordem e veio se casar na Inglaterra, também afirmou que seu noivo era dono da antiga propriedade onde foi construída a nova reitoria e estava destinada a vagar até encontrar um cemitério santo. Price logo acreditou e ligou aos relatos de acontecimentos que vinha acontecendo durante todos estes anos.

O segundo espírito afirmou ser responsável pela maior parte das atividades de poltergeist e afirmou que a casa seria consumida por um incêndio e iriam aparecer ossos de uma pessoa assassinada, não demorou muito e em 1939, quando o novo proprietário desembalara algumas caixas, derrubou o lampião e o fogo se propagou muito rápido, consumindo quase toda a construção. Novamente Price veio ao local e efetuando algumas escavações encontro alguns ossos de uma mulher jovem. Você teria coragem de passar uma noite nessa casa?

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