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sábado, 1 de outubro de 2016

21:15

Episódio perdido de Chaves - Mamãe, ele queria me bater com o patinete!

Dona Florinda dá um tapa em Seu Madruga. Diz:
-Vamos tesouro. Não se junte com essa gentalha.
Volta para dentro. Quico aplica o tradicional “gentalha gentalha” em Seu Madruga, e também volta para sua casa. Nesse momento, um primeiro plano de Seu Madruga revela que seu nariz está sangrando. Ele tenta estancar o sangramento, sob o olhar preocupado de Chaves, mas sem sucesso. Ambas as narinas deitam uma grande quantidade de sangue, até que Seu Madruga cai no chão do pátio.
Corta para Quico, Chiquinha e Chaves na escada da vila. A iluminação do cenário sugere ser noite. Os três choram muito. Em Chaves, cada personagem possui um modo característico de chorar, mas neste momento, não. Eles choram de forma comum, aos soluços. Esse plano dura aproximadamente 1 minuto. Em seguida, chegam o Professor Girafales e Seu Barriga, acompanhados de 2 policiais. Eles dirigem-se à casa de Dona Florinda. O Professor bate na porta, ninguém atende. Ele chama:


-Dona Florinda, abra a porta por favor.
Não há resposta. O professor abre a porta, os policiais entram, e saem com Dona Florinda algemada. Seu rosto exibe uma imensa apatia enquanto os policiais a levam. Quico, ao ver sua mãe sendo levada, desespera-se: tenta atacar os policiais, mas é contido por Seu Barriga. Dona Florinda nem parece tomar conhecimento da situação, mantendo sempre a expressão apática e o olhar vazio. Quico, seguro por Seu Barriga, chora muito e balbucia “mamãe” algumas vezes. Depois que os policiais deixam a vila, levando Dona Florinda, Seu Barriga tenta consolar Quico, mas ele corre para casa. Segue-se um diálogo entre Seu Barriga e Professor Girafales:



- Que tragédia horrível tivemos aqui, Senhor Barriga.
- É verdade professor. Eu devia ter previsto que isso acabaria acontecendo.
- Qual foi a causa da morte? -
Seu Madruga foi boxeador na juventude. Os socos que ele levava causaram um afundamento no crânio. O tapa que a Dona Florinda deu hoje causou um traumatismo bem nessa região. Ele teve uma hemorragia cerebral e não resistiu.
-Uma tragédia horrível, Senhor Barriga!
-Sim.
-Quem cuidará dos preparativos do funeral?
-Eu cuido de tudo Professor. Não se preocupe. O senhor vai ficar aqui com as crianças?
-Sim, naturalmente.
Seu Barriga deixa a vila. Professor Girafales entra na casa de Dona Florinda. Chiquinha e Chaves continuam sentados na escada. Agora, pararam de chorar, apenas olham fixamente para o vazio. Dona Clotilde sai de sua casa e vem em direção às crianças. Ela usa uma roupa diferente do que costumamos ver, uma espécie de roupão preto com vários símbolos bordados em vermelho e roxo. Nesse momento, os depoimentos são contraditórios. Há quem afirme que Dona Clotilde traz consigo um livro semelhante à uma Bíblia. Outros dizem que a fita falha quando ela aparece, e só volta ao normal num momento mais avançado do episódio. Uma fonte descreve que Dona Clotilde vai até a escada e conversa, aos cochichos, com Chiquinha. O que é consenso é o conteúdo que vem na sequência. O pátio da vila está vazio, a iluminação é mais tênue do que na sequência anterior, provavelmente sugerindo que a noite está mais avançada. Uma panorâmica pelo cenário mostra as escadas vazias, em seguida o centro do pátio, onde está desenhado um grande pentagrama vermelho; e em seguida Chiquinha sentada à porta de sua casa, abraçando os joelhos.

Seus pulsos estão enfaixados, e as bandagens sujas de algo que parece ser sangue. Então, começa a ventar no pátio. Ouvimos um estrondo, é a porta da frente se abrindo. Corta para um reaction shot de Chiquinha: seus olhos estão arregalados, sua boca entreaberta, uma expressão de puro horror. Ouvimos o som de algo pegajoso. Nunca é possível ver claramente o que ou quem entrou no pátio, mas planos breves, de no máximo 1 segundo, mostram uma figura magra, enrolada num pano branco, deixando atrás de si um rastro de uma substância pegajosa, aparentemente negra. A figura aproxima-se. Novo reaction shot de Chiquinha: agora ela sorri. A partir daí, os depoimentos novamente tornam-se contraditórios. Há quem afirme que a fita só apresentava estática depois dessa cena. Outros afirmam que não, mas não souberam dizer o que acontecia depois. Outros preferiram apenas não dizer nada. O que é certo é que o episódio teve péssima recepção junto aos executivos da Televisa, e que Carlos Villagrán deixou o programa em seguida. Supostamente, uma cópia do episódio existe no acervo de um colecionador argentino, mas, procurado para este trabalho, ele negou veemente possuí-la, e pediu para não ter o nome divulgado. Diz-se que Bolaños pretendia desdobrar os acontecimentos desse episódio ao longo daquela temporada do Chaves. Não se sabe exatamente o que ele tinha em mente, mas funcionários da Televisa que tiveram acesso à fragmentos do conteúdo, por meio de anotações que Bolaños fazia em seus cadernos; ou mesmo em conversas com o Chesperito, dizem tratar-se de um material absolutamente sombrio e perturbador, obviamente inadequado para um humorístico infantil. O conteúdo desses fragmentos, porém, permanece desconhecido.
21:04

The Killer in the Backseat

The Killer in the Backseat - que significa O assassino no banco de trás - Imagine a cena: você está voltando para casa tarde da noite numa estrada deserta. De repente, pelo “rear-view mirror” (retrovisor), você nota que um carro atrás começa a dar farol alto e a seguir você em altíssima velocidade. Desesperador? A personagem principal desta lenda urbana também achou – tanto que correu para casa. Ao chegar lá, seu perseguidor grita para que ela se tranque e chame a polícia. Esta é uma lenda urbana apavorante, mas de final feliz: o sujeito do outro carro viu que havia um “killer” (assassino) com uma “butcher knife” (faca de açougueiro, cutelo) no “backseat” (banco de trás) dela e, por isso, começou a chamar sua atenção. E foi sua intervenção que salvou a vida da moça.

21:01

Rake A criatura misteriosa

Em 2003, no nordeste dos Estados Unidos, houve um incidente envolvendo uma criatura aparentemente humana, que atraiu muita atenção da mídia local. Depois que a história veio à tona, a maioria dos documentos online e escritos foram misteriosamente destruídos. Mas os boatos sobre a criatura não sessaram e muitos ainda disseram ter visto um ser bizarro durante a noite, nas casas daquela região.
O problema foi tão sérios que especialistas de várias áreas do conhecimento começaram a estudar as pistas do tal humanoide e, em 2006, acabaram fazendo uma descoberta terrível. Conforme uma dezena de documentos que encontraram, pessoas relatavam encontros medonhos com o tal ser, mencionado nos escritos como “Rake”.
Dentre todos os relatos, a história mais chocante foi a de uma mulher, que relatou ter acordado no meio da noite e, como havia despertado seu marido também, pediu desculpas por ter se virado com tanta força na cama. Acontece, no entanto, que ao se virar, o homem praticamente congelou e imediatamente arrastou sua mulher para o chão. Isso porque, ao pé da cama do casal, sentado de costas, estava a tal criatura, descrita como meio homem, meio cão, completamente sem pelos.
Não houve tempo de fugir ou reagir ao ataque do Rack, que arranhou o rosto do homem em um gesto rápido. Assustado, o casal correu para o quarto da filha, que já estava completamente mutilada e dando os últimos suspiros. As últimas palavras da garota foram: “Ele é o Rake”.


20:59

Onde as crianças más vão parar

Essa lenda conta sobre um fotógrafo libanês que decidiu investigar sobre uma velha série que ele costumava assistir quando era criança, durante a Guerra do Líbano. Ele se lembrava que durante a meia hora de duração dos capítulos, as imagens pareciam táticas de intimidação, para manter as crianças da época sobre controle e evitar que se comportassem mal, uma vez que os episódios giravam em torno do que acontecia às crianças que ficavam acordadas até tarde ou o castigo que os ladrões de geladeira, no meio da madrugada, recebiam.
Mas a cena mais impactante, na opinião do fotógrafo – e a que ele mais se recordava -, era a imagem que fechava cada episódio da série. Isso porque se tratava de um enquadramento que ia se fechando e se aproximando de um porta de ferro, velha e enferrujada, de onde podiam ser ouvidos os gritos se lamentos de várias crianças. Assim, à medida que o zoom e aproximando da porta, mais alto ficava os gritos, até que uma legenda, em árabe, aparecia dizendo: “É onde as crianças más vão parar”.
Depois de meses de investigação, o libanês finalmente conseguiu rastrear o velho estúdio onde a série que marcou sua infância foi gravada. Embora o lugar parecesse abandonado há muitos anos, a porta enferrujada que ele se lembrava estava lá, em um dos cantos do estúdio.
O fotógrafo, então, se aproximou e descobriu que atrás daquela porta – ele pensava ser fictícia -, havia uma quarto, coberto com vestígios de sangue, fezes e com ossos espalhados por todos os cantos. O que mais o assustou, entretanto, foi um microfone, que pendia do telhado do quarto, e ficava suspendo no meio da sala…



20:56

Jeff, O matador

No dia em que se mudou para o novo bairro, Jeff, um menino aparentemente comum, foi convidado para a festa de aniversário de seu vizinho. Enquanto ele e seu irmão se encaminhavam para onde estava acontecendo a comemoração, eles acabaram sendo atacados por um grupo de adolescentes parados em um ponto de ônibus.
Para defender seu irmão, Jeff revidou os ataques e deixou os garotos, muito mais velhos que ele, jogados no meio da rua, com os pulsos quebrados e profundos ferimentos de faca. Foi depois desse episódio, aliás, que o menino descobriu que sentia prazer em causar dor nas pessoas. Ele já desconfiava disso, mas até aquele momento nunca havia surgido uma oportunidade para provar a sensação que estava sentindo.
Certa noite, a mãe de Jeff acordou com os ruídos de alguém chorando. Quando chegou a banheiro, a mulher se deparou com o filho fazendo em si mesmo um corte profundo, de lado a lado da boca, como um sorriso permanente. Ele também havia conseguido cortar suas pálpebras, de modo que nunca mais pudesse dormir.
Vendo o garoto daquele forma, a mãe de Jeff achou que ele tinha ficado louco e saiu correndo, para acordar seu marido. Ela parou na porta do quarto no entanto, quando percebeu que Jeff estava lá, com aquela cara horrível, segurando uma faca. A última coisa que a mulher ouviu foi seu filho dizendo: “Mãe, você mentiu!”.
Liu, o irmão de Jeff, tinha acordado no meio da noite e ouvido os sons abafados do quarto dos pais. Como, depois de instantes, não conseguiu ouvir mais nada, simplesmente tentou dormir novamente. Mas, o garoto não conseguia se livrar da sensação de estar sendo observado. E foi assim, antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, uma mão lhe tapou a boca e ele sentiu uma lâmina enfiando em seu estômago.
Liu tentou escapar do aperto das mãos, mas já era tarde demais. “Shiiiiiiiii, basta ir dormir”, disse Jeff. Depois desse dia, o garoto nunca mais foi visto, mas diz a lenda que ele está por aí, sempre à espreita de sua próxima vítima.

20:54

Candle Cove

O teatro do terror -A história que você vai conhecer agora se trata sobre um teatro de bonecos para crianças, chamado Candle Cove, que foi apresentado na década de 70. O enredo tratava sobre uma garotinha que imaginava ter inúmeros amigos piratas com quem brincar. Bom, até aí tudo bem.
Acontece que, no meio do vídeo algo deu extremamente errado e o show parece ter sido interrompido. As crianças que assistiam à peça começaram a gritar compulsivamente e até mesmo os adultos que estavam no lugar disseram que haviam presenciado algo obscuro e bastante perturbador.
Isso porque, conforme os relatos dos presentes, um dos personagens, o mais esquelético que aparece no vídeo, considerado o principal vilão da história, mostrou uma reação totalmente demoníaca. Sua boca, que consistia em apenas o maxilar preso ao crânio, começou a deslizar para trás e para frente, abrindo e fechando compulsivamente.
Uma garotinha que estava assistindo ao teatro, sem entender, perguntou ao boneco porque ele estava fazendo isso. Foi então que algo muito errado aconteceu. O boneco ignorou a menina e respondeu olhando diretamente para a câmera: “Para arrancar sua pele!”.



20:49

Bloody Mary

Bloody Mary (conhecida também como Maria Sangrenta, ou Bruxa do Espelho) é uma lenda urbana que faz parte do folclore ocidental (e oriental, como visto em algumas produções do gênero cinematográfico). De acordo com a lenda, caso seu nome seja pronunciado três vezes em frente a um espelho, ela aparecerá para alguém que tenha envolvimento com alguma morte e tenha mantido segredo e arrancará seus olhos. Dizem que Mary foi executada há 100 anos atrás, seus olhos foram arrancados e ela foi morta e deixada na frente de um espelho, ela foi morta por um cirurgião, mesmo quase morrendo a garota tentou ter forças para revelar seu assassino e com as mãos cheias de sangue fez um T no espelho ( o T era marca registrada do cirurgião). Dizem que Bloody Mary não é nada mais que uma justiceira, a história também relata que ela deixa gravado o nome de quem foi morto sem ter justiça antes de matar o assassino ou envolvido.


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