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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

19:49

O CASO BAEPENDI CONTATO IMEDIATO COM OVNI

O Baependi é considerado um dos casos mais importantes da história da Ufologia no Brasil. Esse é um caso que aconteceu na cidade mineira de Baependi, está cidade é localizada no sul do Estado.

Em 16 de maio de 1979, Arlindo Gabriel dos Santos avistou e registrou o pouso de três objetos voadores não identificados. Logo depois, ele também conseguiu ver a chegada de uma enorme nave tripulada, descendo no solo mineiro. Este caso, é relatado como o mais impressionante contato imediato do Brasil.

Este Caso de Baependi foi estudado por diversos ufólogos e por profissionais do Centro Varginhense de Pesquisas Parapsicológicas (CEVAPPA) e da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV).

                                                     Foto: Arlindo Gabriel dos Santos



 Arlindo Gabriel dos Santos estava caçando com dois amigos e, decidiram se separar. Cada qual teria tomado um rumo diferente. Depois de um tempo, Arlindo avistou um objeto estranho descer no chão e que o deixou espantado. Então ele decidiu se aproximar para observar melhor o objeto. Pelas suas descrições, o objeto tinha um formato cilíndrico com 50 centímetros de largura e 1,5m de comprimento, uma base circular escura e uma esfera na sua parte superior de cores branca e vermelha.

Obs:O caso foi investigado pelo ufólogo Ubirajara Franco Rodrigues.

Segue abaixo desenhos feitos baseado nas Descrições do Arlindo sobre os Objetos 








 Arlindo andou mais ou menos uns dez metros na direção do local onde o objeto estava e logo depois desapareceram. A Sua intenção era ver se encontrava alguma coisa que indicasse o que estaria acontecendo e como aqueles objetos teriam sumido. E foi neste momento que um enorme OVNI com o formato de um ovo e todo branco desce diante de Arlindo e Conforme a descrição da testemunha, o objeto tinha um ruído parecido com o de um motor de carro afogado. O aparelho tinha no mínimo uns dez metros de diâmetro e uns oito metros de altura e, antes de ele pousar no chão, saiu uma espécie de trem de pouso que consistia em quatro hastes pequenas – algo como uns seis ou sete centímetros de largura. Arlindo tentou fotografar este UFO, porém ele emitiu um feixe de luz em sua direção que provocou uma dor em seus olhos. Imediatamente, Arlindo largou todas as suas coisas no chão e saiu correndo, temendo o que poderia acontecer com ele.



 Para seu desespero, Arlindo mal conseguiu se distanciar uns dez metros do UFO, pois o objeto disparou uma espécie de relâmpago que o atingiu em cheio – Arlindo ficou totalmente paralisado após ser atingido. Sem compreender o que lhe estava prendendo, Arlindo tentou olhar para trás e viu dois alienígenas que pareciam ser iguais a nós. Os seres estavam usando roupas que cobriam todo o seu corpo, além de capacetes justos que cobriam quase toda as suas cabeças. Eles também estavam usando luvas. Só era possível ver os rostos das criaturas, pois os capacetes tinham vidros transparentes na frente. Os dois alienígenas foram até Arlindo e o pegaram, sendo que um foi no seu lado direito e o outro do lado esquerdo. Nesse momento, Arlindo suplicou: "Pelo amor de Deus, me soltem!". Neste exato momento ele ouviu uma resposta de um dos alienígenas que, inclusive, mexeu a boca para falar: "Em nome de Deus, nós todos somos irmãos". O interessante é que o som não parecia sair de sua boca e sim de uma caixa que estava pendurada nas costas dos alienígenas. Desta caixa saia uma espécie de tubo que estava conectado no capacete deles. O outro alienígena falou logo em seguida: "Não fazemos mal a ninguém, apenas queremos uma informação". E assim eles levaram Arlindo em direção do OVNI.

ASSISTA AO VÍDEO COM ENTREVISTA DO ARLINDO

FOTOS REAIS DE ARLINDO




 Segundo Arlindo, os extraterrestres eram bastante parecidos com os seres humanos. Ele foi levado novamente para fora da nave e divulgou os fatos ocorridos. A nave teria deixado marcas profundas no terreno.

FOTOS DAS MARCAS NO TERRENO



Pesquisa e edição: Rody Flores




18:22

CRIANÇAS PSICOPATAS

Jon Venables e Robert Thompson


James Bulger de apenas 2 anos, ficou esperando na porta do açougue onde sua mãe fazia compras, já que a mesma não levaria muito tempo para retornar, pois não havia fila no açougue. Porém o que ela não sabia é que ao deixa-lo ali seria a última vez que veria seu filho vivo.

Jon e Robert, estavam no mesmo local, praticando suas atividades habituais: pulando, passeando nas lojas, roubando mercadorias enquanto os vendedores viravam as costas e subindo nas cadeiras dos restaurantes, até serem expulsos. Eles então viram James e tiveram a ideia de pegá-lo e empurrá-lo para cima de um veículo.

Foi relatado que os meninos já haviam tido uma tentativa semelhante anterior com um menino antes de James, que falhou porque a mãe percebeu o desaparecimento do filho e encontrou-o antes que pudessem levá-lo para fora.

Durante sua caminhada de três quilômetros, os meninos de 10 anos de idade deram socos e chutes em James. Alguns dos atos foram vistos por algumas pessoas que ignoraram a cena, pensando que eles eram apenas dois irmãos mais velhos, que não sabiam como cuidar de seu irmão mais novo.

Jon e Robert James trouxeram-no para a estrada de ferro local, onde jogaram tinta no olho esquerdo do menino, atiraram pedras contra ele, espancavam-no com tijolos, e bateram na cabeça com uma barra de ferro. Eles também o agrediram sexualmente e colocaram o seu corpo sobre a estrada de ferro, cobrindo a cabeça com tijolos pensando que ele já estivesse morto. Foi relatado que James morreu pouco antes de um trem atingi-lo.

Jon Venables e Robert Thompson


Craig Price

Joan Heaton (39), junto com suas duas filhas, Jennifer (10) e Melissa (8), foram encontrados sem vida, encharcados de sangue e brutalmente assassinados em sua casa em 4 de setembro de 1989. Eles foram esfaqueados tão brutalmente que a faca quebrou no pescoço de Melissa. A polícia informou que Joan tinha cerca de 60 facadas, enquanto as meninas tinham cerca de 30.

As autoridades acreditam que um roubo foi o principal motivo do suspeito ter entrado na casa. A faca utilizada foi da cozinha dos Heaton e as mulheres tinham, possivelmente, pego o suspeito em flagrante e lutaram contra ele. Acreditava-se também que o ladrão deveria ser alguém da vizinhança de Heaton, e que teria feito um corte ou ferida na mão, devido à força e o número de vezes que as vítimas foram esfaqueadas.

Craig foi flagrado pela polícia com um curativo em sua mão, mas disse que havia quebrado a janela de um carro. A polícia não acreditou em sua história. Eles investigaram-no e depois foi encontrado uma faca, luvas e outros itens com sangue quando vasculharam o quarto de Craig. Ele admitiu o crime e um outro assassinato que tinha ocorrido no bairro há dois anos. As autoridades já suspeitavam dele neste assassinato porque foi semelhante ao Heaton e tinha começado como roubo.


Craig Price


Lionel Tate

Kathleen Grossett-Tate era a babá de Tiffany Eunick, de 6 anos e trouxe-a para sua casa uma noite.

Ela deixou Tiffany com seu filho Lionel de 14 anos, assistindo televisão e subiu para o andar de cima. Por volta das 10:00 da noite ela gritou com os dois para ficarem quietos, mais não foi verificar porquê de tanto barulho, pensando que eles estavam apenas brincando.

Quarenta e cinco minutos depois, Lionel chamou por sua mãe e disse-lhe que a menina não estava respirando. Ele explicou que ela havia batido a cabeça na mesa. A polícia foi chamada e um médico legista informou que a causa da morte foi devido a uma pisada forte que dilacerou o fígado de Tiffany.

Além disso, os especialistas atestaram que a menina sofreu um traumatismo craniano, fraturas nas costelas, inchaço no cérebro causados por um espancamento que durou mais ou menos 5 minutos, e também foram constatados 35 outras lesões.

Tate mudou sua declaração mais tarde e disse que ele saltou sobre ela a partir da escada. Tate foi condenado a prisão em regime fechado, sem liberdade condicional em 2001, mas sua sentença foi anulada com base que não foi concedida uma audiência para avaliação mental nem antes ou durante o julgamento. Ele foi solto em 2004 com 10 anos de liberdade condicional “.


Lionel Tate


George Stinney

Em 16 de junho de 1944, George Stinney (14 anos), foi a pessoa mais jovem a ser legalmente executada nos EUA durante o século XX. George foi condenado pelo assassinato de duas meninas. Betty Binnicker (11) e Maria Emma Thames (8) que foram encontradas em um buraco cheio de lama.

As meninas sofreram fraturas graves em seus crânios, infligidos por uma barra de ferro encontrada a alguma distância. George confessou o crime e disse que queria fazer sexo com Betty, mas acabou matando as meninas.

Ele foi julgado e condenado à morte na cadeira elétrica. O caso não foi objeto de recurso porque sua família não tinha dinheiro para pagar por uma continuação do processo.


George Stinney


BETH THOMAS


Em fevereiro de 1984, uma menina americana de dois anos foi adotada (juntamente com o seu irmão de 7 meses de idade) pelo casal Tim e Nancy Thomas, o qual não podia ter filhos. As crianças foram chamadas Beth e Jonatham Thomas. Com o tempo, Beth revelou-se uma criança raivosa, de ódio incontrolável e com óbvia aversão às pessoas. Seus pais adotivos começaram a se preocupar com o comportamento anormal da menina, preocupação que os levou à verdadeira história de Beth e seu irmão - que foram abusados severamente nos primeiros anos de vida. A mãe de Beth morreu no parto do seu irmão mais novo quando Beth tinha apenas um ano. Então, os dois foram deixados sob a guarda do pai que cometeu diversos tipos de abuso contra eles.

Beth maltratava os animais e tentava matar seu irmão caçula durante à noite, tentando esfaqueá-lo. Isso fez com que seus pais começassem a trancá-la dentro de seu quarto. Ela também molestava o seu irmão e o machucava diariamente. Beth ainda tão pequena já se masturbava constantemente, e em algumas ocasiões, o fazia até sangrar, tendo de ser levada às pressas ao hospital. Também tentou diversas vezes atacar seus pais com uma faca de cozinha. Ela conta que desejava matar toda a família, por não sentir absolutamente nada por eles. Porque alguém a machucou um dia, ela também queria machucar as pessoas.

Em Abril de 1989, Beth foi encaminhada para uma clínica especializada que trata de crianças com desordem emocional. Ela foi diagnosticada com o chamado "Transtorno de Apego Reativo", um severo distúrbio psicológico que afeta crianças e bebês. A principal característica deste transtorno é a falta de sociabilidade e empatia, uma interação social inadequada, com início antes dos cinco anos de idade e associada ao recebimento de cuidados. Por causa de sua condição, Beth era incapaz de se relacionar com qualquer pessoa, ou criar vínculos e laços de afeto. Incapacidade de sentir ou receber amor.

Beth Thomas foi chamada em 1989 de Criança do Ódio em um documentário da HBO chamado "Child of Rage", que mais tarde foi transformado numa versão cinematográfica. O documentário conta a história da menina que foi sexualmente abusada quando tinha apenas um ano de vida, baseado nas gravações e relatos do Dr. KenMagig, psicólogo clínico especializado no tratamento de crianças severamente abusadas, crianças estas tão traumatizadas nos primeiros anos de vida que as impedem de se conectarem a outras pessoas emocionalmente. Crianças que não conseguem entender o amor, sentir ou aceitá-lo. Crianças sem consciência, que pode ferir ou matar uma pessoa sem qualquer remorso, simplesmente porque não foram ensinadas a ter emoções de empatia ou sociabilidade. Não receberam amor, nem atenção, nem cuidado para lidar com suas emoções, sendo primariamente abusadas de várias formas.

O documentário também mostra que a criança que é vítima deste abuso também, muitas vezes, pode ser ajudada.

Beth Thomas é hoje uma enfermeira graduada e trabalha ajudando pessoas e famílias vítimas de abuso.


Assista abaixo o chocante documentário " A ira de um anjo" e deixe sua opinião.

Beth Thomas



BETH THOMAS





segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

15:44

A LENDA DO CARAZI

Existe uma lenda, de uma criatura que se parece com uma criança, porém com os olhos escuros e sem íris, não possui boca, no lugar apenas uma pele lisa. Possui garras nas mãos no lugar dos dedos. Essa criatura chama-se Carazi.
O Carazi entra a noite na casa das pessoas e passeia por todos os cômodos, podendo esconder-se em qualquer lugar, podendo mudar a estrutura do seu corpo para adaptar-se em qualquer canto. O único lugar que ele não entra é no quarto (mas não por muito tempo).

Durante a noite ele fica observando qualquer movimento pela casa, e quando alguém levanta para pegar agua ou ir ao banheiro, ele começa a observar a pessoa, causando assim insônias ou pesadelos, ele é muito silencioso em seus movimentos, mas se prestar bem atenção a pessoa pode ouvir o som da sua respiração ou até mesmo seus movimentos ao mudar-se de um lugar para outro.

Depois que ele vê a pessoa pela primeira vez é como se ele recebesse permissão para entrar em seu quarto, uma vez estando dentro do quarto ele pode esconder-se em qualquer lugar, até mesmo em baixo da cama. Algumas pessoas podem ouvir sons assustadores em seu quarto, e até mesmo barulhos de arranhões em baixo da cama.

A presença do Carazi causa extremo mau estar na pessoa, fazendo com que inicialmente tenha dificuldades para dormir, com pesadelos e após algum tempo total insônia, ficando noites inteiras sem conseguir dormir, a pessoa sente um grande incomodo como se alguém estivesse observando-a durante toda a noite. Em certo momento ele pode ser até visto escondido entre os móveis, causando alucinações nas pessoas, deixando-as paranoicas.

Se você levantar a noite e ter a sensação de ter visto um vulto, cuidado! Pode ser o Carazi te observando e só esperando para entrar em seu quarto!



Você já viu algo parecido? Já teve uma experiência assim? Se sim conte para nós:



Pesquisa e edição: Elaine Flores

domingo, 29 de janeiro de 2017

04:37

Fazenda Assombrada Hinterkaifeck



No dia 29 de Março de 1922 na Alemanha, no momento em que o país ainda tentava recomeçar no meio das dificuldades devido a 1ª Guerra Mundial, a notícia do assassinato de 6 pessoas em uma fazenda o chamada Hinterkaifeck, aterrorizou os alemães, pela violência do crime, mas também, por causa da situação envolvida era realmente muito estranha, visto que até hoje não encontrou-se explicação. Centenas de pessoas foram ouvidas em depoimentos intermináveis afim de solucionar o caso e colocar o assassino ou assassinos na cadeia. No final de tantas investigações ninguém foi preso e nenhuma explicação foi encontrada para as mortes violentas que aconteceram na fazenda.


O nome do proprietário Andreas Gruber, estava com 63 anos de idade, os vizinhos não os conheciam muito bem. Falavam que era um homem estranho e ele não era bem quisto pela vizinhança. Andreas morava na fazenda com sua esposa, Cäzilia de 72 anos, sua filha viúva de 35 anos, sua outra filha Viktoria de 7 anos, seu filho mais novo Josef de 2 anos e uma serva, chamada Maria Baumgartner, de 44 anos. 



Um dos empregados que trabalhou nesta casa durante alguns meses antes das mortes da família, afirmou à polícia que, a casa era mal assombrada. O nome dele era, R. Kreszenz, ele tinha parado de trabalhar na fazenda em 1921. Contou coisas estranhas que aconteciam, como por exemplo: Equipamentos que quebravam do nada, chaves que desapareciam, e nesse período o dono da casa Andreas Gruber encontrou um jornal em sua casa que não era distribuído naquela região.




Teve um acontecimento onde Maria Baumgartner e Andreas Gruber notaram algo muito estranho, que até chegou a comentar com alguns vizinhos sobre o ocorrido. Gruber havia encontrado pegadas na neve, levando desde a floresta até a sua casa. Andreas Gruber não viu nenhuma evidência, de que alguém tivesse saído da floresta e entrado na sua casa.
Depois do ocorrido, Gruber não viu necessidade de dizer as autoridades o que tinha visto sobre as pegadas na neve.

Quatro dias depois de Andreas Gruber comentar com os vizinhos sobre as pegadas na neve, alguns cidadãos preocupados dirigiram-se para sua fazenda pensando que poderiam pegar algum invasor, mas não encontraram ninguém e acharam tudo muito estranho.


O filho mais novo de Andreas Gruber não foi para a escola e como ele não ficava nunca ausente na escola, resolveram ir na casa da família. Chegando lá, eles encontraram uma cena de um pesadelo.Todos os cinco membros da família e a Maria Baumgartner, ao todo 6 pessoas tinham sido cortados até a morte. 



As autópsias foram feitas no celeiro, onde Cäzilia Gruber, sua filha, esposa e outros foram mortos. Maria Baumgartner foi assassinada em seu quarto. Josef o bebê de 2 anos foi cortado até à morte, foi encontrado em seu berço.


A arma do crime estava determinado era um Kreuzhacke, mais conhecido como picareta.


O assassino pode ter tido pouco tempo para matar, cerca de duas horas. Nas autópsias dos corpos, o Dr. Johann Baptist Aumüller removeu cabelos e cabeças das vítimas, para ajudar na autópsia, já que os piores danos foram feitos nas cabeças das vítimas e assim ele poderia examinar melhor. As seis vítimas foram enterradas sem cabeça, pois os crânios foram perdidos na confusão e caos no fim da segunda guerra mundial, mais um acontecimento triste para essa família.


Acredita-se que os assassinos dessa família ou fantasmas assassinos, ou até mesmo os fantasmas da própria família, ficaram depois do ocorrido nas dependências da fazenda durante muitos dias, visto que as tarefas rotineiras da fazenda continuaram sendo feitas e também continuaram alimentando o gado, e havia movimentos estranhos na casa. Fazendas vizinhas informaram terem visto fumaça da chaminé durante este período.


No ano seguinte, a fazenda foi demolida. Hoje tudo o que resta é um campo e um monumento lembrando do crime. Ninguém foi preso pelo crime, por que depois de muitas investigações não foi descoberto quem matou ou o que matou eles naquele dia e ainda permanece um mistério até hoje.

Pesquisa e autoria: Rody Flores

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

20:37

Amityville - Como tudo começou

Em junho de 1965, a família DeFeo adquiriu a casa nº 112 na rua Ocean Avenue. Era uma casa linda, bastante espaçosa e com uma casa de barcos, um anexo com ligação ao rio. Além do Sr. e Sra. DeFeo, foram morar na casa seus 5 filhos. Todos esperavam uma vida tranquila.




Os DeFeo tinham alguns problemas, que eram causados pelo seu filho Ronald. Ronald era viciado em drogas e cometia furtos para sustentar seu vício. Por causa desse comportamento, as brigas eram frequentes entre Ronald e seu pai.


A vida da família DeFeo mudaria por completo em 13 de novembro de 1974. Ronald estava assistindo televisão no segundo piso, quando se levantou, pegou a carabina, dirigiu-se ao quarto de seus pais, e disparou dois tiros contra a sua mãe e seu pai.

Corpos de Louise e Ronald DeFeo, os pais de Ronald.

Em seguida matou os seus dois irmãos John e Marc e posteriormente também as suas duas irmãs Dawn e Allison.

Corpo de Allison DeFeo de 13 anos

Corpo de Dawn DeFeo de 18 anos.

Corpo de John DeFeo de 9 anos.

Corpo de Marc DeFeo de 12 anos e a cadeira de rodas que usava temporariamente devido a uma lesão recente causada ao jogar futebol.

A policia não conseguia achar uma explicação para os fatos, e quais reais motivos levaram Ronald a cometer os crimes. Também os seguintes fatos ficaram sem explicação:

– Todas as seis vítimas foram encontradas sem sinal de luta ou sedativo. (o que é muito estranho, pois um barulho de arma, seja ela qual for, é muito alto pra uma pessoa não acordar com os disparos)

– Os vizinhos disseram que não ouve barulho de tiros, e a investigação policial concluiu que não foi feito o uso de silenciador na arma.

Logo que a polícia prendeu Ronald, ele tentou incriminar a máfia pelos crimes cometidos, mas logo descartaram a hipótese, depois que acharam uma caixa de arma vazia, igual à que ele tinha usado no crime. Mais tarde no julgamento, ele confessou os crimes: ”começou tudo muito rápido. Assim que comecei, não consegui parar! Foi tudo muito rápido”.

Ronald sendo acompanhado pela polícia.


Quando lhe perguntaram o motivo de tamanha atrocidade ele afirmou: “Eu não matei a minha família, eles iam matar-me. O que eu fiz foi em autodefesa e não há nada de errado com isso. Quando tenho uma arma na mão, não há dúvida nenhuma sobre quem eu sou. Eu sou Deus”.

Alguns anos depois, Ronald mudou a história do ocorrido novamente. Ele alegou que a irmã, Dawn, e mais duas pessoas, teriam participado do crime, mas quando ele descobriu sobre as ações da irmã, ele teria dado uma pancada na cabeça dela e logo após disparou na cabeça da menina. A polícia voltou a investigar, e descobriu pólvora na roupa e nas mãos da irmã de Ronald. O que leva a polícia a crer que ela disparou uma arma naquela noite. No relatório policial foi anotado que na roupa de Dawn constava vestígio de pólvora, e como nota adicional, consta ainda que Ronald e Dawn praticavam incesto.


A família Lutz'

Um ano após a tragédia, a casa foi vendida, em dezembro de 1975, para a família Lutz, que era composta por George e Kathy Lutz e seus 3 filhos Daniel, de 9 anos, Christopher, de 7 e Missy, de 5. Os Lutz foram avisados do ocorrido, mas eles alegaram não se importar com os fatos. Então a família mudou-se para o local. Por insistência de um amigo, um pastor foi chamado para benzer a propriedade, mas enquanto ele fazia o ritual, ouviu uma voz de homem ordenar “saia daqui”. Ele não disse nada ao casal no dia, mas quando ligou para avisar a família para não usar aquela sala, a ligação foi interrompida. Após o incidente ele começou a sofrer de febre e feridas nas mãos.

Os Lutz moraram por apenas 28 dias na casa e fugiram deixando a maioria dos seus pertences para trás.

Alguns relatos de acontecimentos com a família Lutz:

– O marido, George, passou a acordar sempre às 3h15, horário estimado em que ocorreram as mortes da família DeFeo. Sua mulher tinha pesadelos constantes sobre os assassinatos, chegando a “vê-los” na ordem em que haviam sido executados.

-Após descobrir uma sala secreta que não fazia parte da planta da casa, com as paredes pintadas de vermelho, o casal ficou mais preocupado ainda. O cachorro da família não chegava perto do lugar.

-Uma noite, quando acendiam a lareira da casa, o casal jura ter visto a imagem de um demônio se formar e queimar no ar. Na mesma época, uma das crianças da casa passou a comentar sobre um “amigo invisível” que tinha olhos vermelhos.

Daniel Lutz afirma que uma certa noite viu um demonio em seu quarto e que em seguida começou a levitar.

A ainda muitas especulações sobre o que realmente aconteceu em Amityville, alguns céticos dizem que tudo foi inventado pelos Lutz. Porém o casal Warren foi chamado para ir até o local após a família Lutz abandonar a casa, e segundo Lorraine Warren uma família não abandonaria tudo subitamente, deixando inclusive pertences pessoais se estivessem inventando tudo aquilo.

Foto tirada de dentro da casa já abandonada. 


16:52

Minha Morte


 Estou perdida sem saber o que fazer, o que aconteceu comigo, eu não entendo,

estou andando a horas, a dias, meses, anos eu não sei, não me lembro de muita coisa eu tenho que me lembrar o ocorrido, mas como se nem sei quem sou.

Preciso voltar ao passado e rever minha história para conhecer o meu eu. Tudo que me lembro é de uma linda casa e de um casal,eu preciso me lembrar.
Alguém está vindo talvez possa me ajudar. 

-Você, hei você aí,está me ouvindo.
Estranho ela nem olhou para mim. Por que?
Esta vindo outro.
- Por favor pode me ajudar......por favor olhe para mim, porque você me ignora.
- Eles não podem te ver e nem te ouvir.
- Que....quem é você? Você pode me ouviu,pode me ver,então pode me ajudar.
- Sim e não.
- Como assim,eu não estou entendendo o que está acontecendo, e não entendo o que você quis dizer.
- Você precisa voltar no passado para poder entender o que aconteceu com você, só assim poderá ter paz e perdoar as pessoas que fizeram mal a você, assim acabará com o ódio e o rancor que sente.
- Mal, pessoas, o que quer dizer com isso, voltar ao passado e....e perdoar .....perdoar o que. ...quem.
- Isso só você saberá descobrir. 

Neste momento ele sumiu num piscar de olhos, fiquei parada olhando sem intender. Mas tenho que achar minha identidade, saber quem eu sou.
Mas por onde começar,nem ao menos sei onde estou se ao menos soubesse por onde começar tudo. ..... isso é só achar um mapa. Mas estou andando a horas e não avistei nada ainda.
Vou seguir mais um pouco quem sabe acho algo, ali uma placa de ..........GOIÁS à 68 km , Goiás, Goiás espere eu sou do interior de Goiás,eu morava em um sítio com meus pais.
Aquele sítio, estou me lembrando eu era filha adotiva deles. Ei como vim parar aqui, a pouco estava parada em frente uma placa. Este lugar eu conheço este lugar...como .....tudo está ficando mais claro agora.
Meus pais estavam brigando,minha mãe descobriu uma traição de meu pai,eu estava ouvindo a discussão quando, meu pai empurrou minha mãe.

- Nããããooooo...... eu grito ao ver a cena de minha mãe caindo e batendo violentamente a cabeça na quina do fogão.


 Vi o sangue escorrer pelo chão da cozinha,quando a vizinha chegou e abraçou meu pai que estava eufórico com o que aconteceu e ela feliz pelo desfecho do ocorrido.
Neste momento ela me viu e disse algo no ouvido de meu pai, que se virou para mim e sorriu.
 Ele saiu e voltou alguns minutos depois, eu fiquei ali parada sem reação, olhando o corpo de minha mãe no chão frio da cozinha.
Meu pai chega à cozinha e me pega pelo braço e me leva para fora,neste momento me lembrei que ele e sua amante me enforcam no quintal.
Eu me vi debatendo e os dois me olhando entre trocas de carinho e de risos. Aquele homem estava errado eu nunca perdoarei o que fizeram a mim e a minha mãe.
Hoje vivo perambulando pelo mundo, fazendo minha própria justiça; depois que fiz meu pai matar sua amante com golpes de faca e fazer ele se jogar a frente de um trem. 



Não tem perdão o que fizeram comigo e não tem perdão o que faço hoje .....Hoje me vingo de todos aqueles que traem.

Antes de trair pense em mim eu ainda posso voltar ........

Enviado por: Thayy Pantrigo

15:32

Jason o fabricante de brinquedos

Não tenho muitas lembranças do meu passado. O rosto dos meus verdadeiros pais estava desfocado na minha mente. Eu tinha apenas alguns flashes da minha infância, nomes sem rostos e escuridão total.
Aos nove anos de idade algo aconteceu comigo. O trauma foi tão grande que me fez querer esquecer a maior parte da minha vida, felizmente ou não, eu esqueci. Minha única lembrança vívida, porém, muito nebulosa está relacionado a quem devia ser meu melhor amigo antes do trauma. Era uma imagem dele ainda borrada na minha mente, de fundo uma risada junto com a melodia de uma caixinha de música. Se eu forçar bem, ainda podia ver seus olhos castanhos e cabelos mogno escuro. Lembrei-me de seu sorriso amigável, mas nada mais. O resto desapareceu na escuridão.

Sem ninguém saber do meu passado, eu fui levado à um orfanato. Impressionantemente fui adotado. Madalena e Steven me trouxeram de volta a sensação e calor de ter uma família, era um sentimento que eu também havia esquecido.


Minha amnesia me levou à testes e exames psicológicos, semana após semana, mês após mês e ano após ano. Até que lentamente começaram a acreditar que era um caso irreversível. Por um lado, eu queria saber o que aconteceu comigo, mas por outro, uma estranha sensação de angustia me fazia acreditar que era melhor eu não querer saber o que aconteceu.

Obviamente isso trouxe consequências para mim. Era uma sensação de ser perseguido por algo.
Especialistas disseram que nasci com um material genético no DNA que está relacionado a uma memória especial que foi continuamente estimulada. Não se sabe a causa nem o que realmente é apesar dos meus esforços eu mão conseguia me concentrar no que foi armazenado e esquecido nessa memória.

Eu me sentia como se estivesse sendo vigiado constantemente, mas não por pessoas, me sentia vigiado pelos brinquedos no meu quarto. Era estupido eu sei, no início eles eram apenas brinquedos, mas uma vez e outra, grandes olhos redondos olhavam para mim. Desde que eu era pequeno eu sempre pensei que os brinquedos de pelúcia do meu quarto estivessem vivos e muitas vezes eu tentava provar. Eu olhava por um instante para fora do meu quarto entre a porta, depois voltava meus olhos para onde estava minha atenção e quando meus olhos passavam por um relance eu tinha a impressão de ver os olhos piscarem.

Se brinquedos eram uma das minhas poucas lembranças que me fazia sorrir, as coisas mudaram. Uma vez e outra, brinquedos olhavam para mim, quase parecia que estavam testando minha sanidade e eu não aguentava mais. A ideia de estar ficando louco preenchia minha cabeça. As vezes parecia que eles se moviam, virando seus rostos para mim e outras vezes faziam barulhos no meu quarto. Não podia ser verdade, era impossível. Porque esses pensamentos me assombram?

Porque eu odeio tanto brinquedos? Então, porque não me livrar deles? Eles poderiam ser doados a outras crianças ou simplesmente poderia joga-los fora.
Um dia eu tentei, eu realmente tentei, mas quando tomei um deles nos braços, fui preso a um forte sentimento de ansiedade obscura.

Eu sempre acabava trazendo-os de volta para seus lugares na estante, na minha cama ou nas prateleiras, então eu comecei a tomar tranquilizantes.
Havia apenas um brinquedo que eu levava comigo à noite, apesar da minha idade, eu não conseguia me separar dele. Eu sentia um calor familiar que devia ter começado antes da minha amnesia.
Eu o encontrei em meu armário no orfanato e desde então nos tornamos inseparáveis. Era o Sr. Coelho, ele tem orelhas flexíveis, de um lado era vermelho e do outro, cor de caramelo. Ele usava um colete preto com duas mangas longas que se arrastava até os pés e tinha elegantes pontos em cada borda do tecido. Seu pequeno olho esquerdo foi costurado com um tampão feito a partir de um botão preto de camisa. Era divertido, mas parecia ser o único brinquedo inofensivo. Devido a paranoia com os outros brinquedos, eu voltei a dormir junto com o Sr. Coelho. Eu acreditava que ele poderia me proteger.

Naquela noite eu deixei ele escapar dos meus braços para debaixo da coberta, escapei do meu sono instantaneamente e minhas antigas paredes rangeram.
Eu estava parado no escuro, incapaz de me mover ou entender como fui parar lá, rodeado apenas por um agudo silêncio. Algo viscoso agarrou meu pulso e apertou com tanta força que a dor percorreu por todo meu corpo. Um conjunto de unhas pontudas como agulhas lentamente começou a penetrar minha carne. Eu o via cortando minha pele e me fazendo sangrar. Eu gritava e chorava, mas a risada cobria o som dos meus apelos desesperados.

- ELA PERTENCE A MIM - Uma voz sussurrou. Dentro desse abismo de escuridão, dois olhos verdes brilhantes apareceram diante de mim apenas alguns centímetros do meu rosto.

- VOCÊ É APENAS UM IMPECILIO PARA MIM! HAHAHAHA – Aquilo começou a gargalhar da minha dor enquanto eu era perfurado por unhas que mais pareciam agulhas ou facas.



Ele me furou e mexia com ferramentas enferrujadas dentro de minha carne, ele dizia que estava ali para me consertar. Notei uma porta aberta, era a única coisa que podia fazer distinguir na escuridão. Meus olhos estavam embaçados pela dor, mas pude notar algumas pessoas que na verdade pereciam muito menores. Eu vi que eles não eram pessoas reais. Eram brinquedos de pessoas e bonecos, nesse momento eu senti uma forte sensação de náusea tomando conta de mim apenas por olhar para eles. Algo neles fez meu estomago se revirar, eu sentia como se aqueles bonecos já tivessem sidos pessoas reais.



- ELA PERTENCE A MIM.

Com isso eu acordei, meus olhos estavam bem abertos e meus batimentos cardíacos estavam tão acelerados que eu podia senti-los batendo na minha garganta. Com dificuldade para respirar eu me sentei na cama e esfreguei os olhos e notei que estava suando. Deixei meu coelho cair no chão de cabeça para baixo, me abaixei para pega-lo e colocá-lo de volta na cama. Minha respiração voltava ao normal, mas a imagem daquelas unhas pontudas, todo aquele sangue e aqueles brinquedos assustadores foram incluídas na minha mente.

Eu nunca tive um pesadelo daquele antes. As sensações foram terrivelmente reais. Eu ainda podia sentir aquelas garras fazendo buracos na minha carne, mas eu estava tranquilo por estar acordado. A porta rangeu e minha mãe entrou pelo quarto, assim que ela viu meu rosto exausto seu sorriso desapareceu.

-Querido? Você está bem?
- Sim mãe, foi só um pesadelo. Agora estou bem.
-Ok, Deise veio te visitar e está te esperando na sala.

Com isso eu sai da cama, eu estava acabado e eu não queria que minha melhor amiga me visse assim. No espaço de alguns minutos eu sai do meu quarto pronto. Na minha pressa eu estava sem folego.

-Finalmente! – Disse Deise sorrindo.

Eu conheci Deise na escola e desde então nos tornamos inseparáveis. Ela era uma pessoa muito generosa e bem-vinda na família. Meus pais apreciam suas boas maneiras, mas o que eu amava nela era uma atitude em particular, ela nunca me perguntou nada sobre meu passado. Eu tive a oportunidade de falar da minha amnesia com confiança.

O dia estava agradável e ensolarado, portando ficamos debaixo de uma árvore no jardim. Conversávamos lá enquanto a árvore nos servia de abrigo contra o sol. Eu levei alguns lápis de cor e folhas para passarmos o tempo. Deise logo cansou de desenhar e foi colher algumas margaridas para coloca-las em suas tranças loiras enquanto resmungava algo sobre Luisa, uma menina que se achava o centro das atenções. Enquanto ela falava eu ficava desenhando sem tirar os olhos do papel.

- Quem é esse? Ela me perguntou ao ver meu desenho. Era como se eu estivesse em um estado de transe naquele momento, eu falhei minhas pálpebras contra o papel e me senti bastante confuso ao ver repetidas vezes o mesmo desenho.

- Eu não sei;
Eu não tinha ideia de quem ele era. A imagem mais nítida mostrava a imagem de um homem vestindo um colete preto com um casaco extravagante e volumoso nos ombros. Tinha um sorriso bonito e feliz e dois olhos amarelos que estavam um pouco cobertos por sua franja. Ele usava roupas escuras e na mão segurava uma caixa azul, semelhante a uma caixinha de música.
- Acho que devo ter visto em algum desenho.
- Ah, entendi. Vou comprar um sorvete – Disse Deise, mudando logo de assunto nossa conversa, aparentemente não muito interessada.

Naquela mesma noite tive outro pesadelo e esse era pior que o último. Sonhei com a figura escura novamente, que me torturava brutalmente e repetia a mesma frase outra e outra vez.

- ELA PERTENCE A MIM.

Acordei as duas da manhã com minha respiração ofegante. Eu me virei no sentido contra a parede, coloquei as mãos no meu rosto e respirei fundo.

- Foi só um sonho, foi só um sonho – Eu sussurrei. Então eu olhei para o Sr. Coelho ao meu lado. Ele estava olhando diretamente para mim com os olhos negros e de raiva, eu me assustei e o joguei no chão. Desde que comecei a dormir com essa coisa, meus sonhos se tornaram pesadelos. Me virei para descansar as pernas e em seguida senti algo tocar meus pés.


Ergui os olhos e notei um brinquedo sobre minha cama. Um brinquedo que eu nunca tinha visto antes na vida. No começo eu estava congelado no meu lugar, tudo que podia fazer era olhar para ela. Não entendi como ela foi aparecer lá. Minha mente começou a pensar sobre meus verdadeiros pais terem deixado esse brinquedo de presente. Talvez eu não gostasse tanto assim desses brinquedos, para dizer a verdade a presença deles me incomodava.


Essa era uma boneca peculiar de cera, em uma de suas pernas havia uma corrente presa a uma bola pequena, mas pesada, como se fosse para evitar que a boneca fugisse. Ela tinha um cocar de margaridas em seus cabelos, usava um vestido branco de renda bordado com fita amarrada em torno da cintura. Seus braços eram longos e tinham dedos longos de forma que não era normal para uma boneca. O que mais me chamou a atenção era uma rosa que ela tinha no meio da boca como se ela tivesse sido silenciada.

Olhei mais de perto examinando sob o luar, eu toquei seu rosto e percebi que havia algo de errado, me ajoelhei e tentei olhar ainda mais de perto, então eu ouvi algo. Uma espécie de som fraco... parecia como um... apito... eu senti uma pulsação, vinha do brinquedo!

Eu gritei e me levantei aterrorizado derrubando ela no chão, eu tremia violentamente e fui ao canto da
parede gritando por meus pais. Então de repente, tudo se tornou surreal.

A parede ao lado tinha o quadro que começou a tremer, a parede ganhou relevo como se houvesse bolhas entre a tinta e o cimento. Gradualmente as fissuras apareceram e aumentaram em número. O quadro na parede caiu no chão revelando uma porta atrás dela. Eu não tinha ideia do que estava acontecendo, essas coisas só acontecem em livros ou em nossa imaginação, mas para minha surpresa eu sentia que algo estava vindo daquela porta. Então via as mesmas mãos negras e pontiagudas que eu presenciava em meus pesadelos.

- Você não gostou da visita de Deise? – Disse a criatura na porta – Eu não gostei disso, sabe? Ela chorou muito.

Deise? Como assim? Olhei em volta, confuso, procurando a presença da minha amiga que obviamente não estava lá. No final, meus olhos observavam a boneca. Aquele cabelo loiro me parecia estranhamente familiar. Prendi a respiração, um pesadelo, isso só poderia ser outro pesadelo. Peguei a boneca do chão e levei até perto do meu rosto com minhas mãos trêmulas. Eu coloquei meu ouvido perto de seu peito e ouvi um som junto com o apito. Era, batimentos cardíacos!

-Deise? Deise! – Eu gritei desesperadamente. Tinha que ser um pesadelo. Algo assim não poderia estar acontecendo.

Percebi que meus pais estavam próximos ao meu quarto, eles devem ter me ouvido gritar, mas a coisa estava bloqueando a entrada. Meus pais começaram a bater fortemente na tentativa de invadir o quarto, eu estava em pânico sem saber o que fazer. Não era como nos sonhos, o monstro era real como nos pesadelos de tortura. Meu coração estava batendo tão forte que eu comecei a sentir a dor e a suar frio e o tremor nas minhas mãos estavam difícil de controlar.

O monstro continuava na porta imóvel. Na penumbra pude ver seu sorriso maligno como se estivesse esperando alguma reação minha. Tentei libertar a boneca da corrente de cera que parecia pesar toneladas para seu tamanho. Forcei, forcei e forcei enquanto o apito que vinha da boneca se tornaram mais intensos até que eu senti algo molhado sob minhas unhas. Olhei para minhas mãos e estavam cobertas de sangue. A corrente parecia fazer parte dela e os pequenos cortes que fiz na corrente não estava ajudando em nada. A boneca que supostamente era Deise estava sofrendo, seus apitos eram mais horrendos, mas sua expressão permanecia impassível a de uma boneca. Eu tremia em horror. Eu tinha que me conter e de repente a criatura pegou no meu braço.

- Nathan, você está machucando ela! – Exclamou o ser dos olhos esverdeados – O Sr. Coelho também não gostou de ser derrubado, mas eu te perdoo. Você se juntará a eles se continuar com essa malcriação;
Que diabos é vocês? – Eu tremia como um louco tentando me libertar enquanto meus pais tentavam arrombar a porta. A Expressão dessa criatura estava cheio de admiração pela minha pergunta.
- Eu sou Jason, o criador de brinquedos – Exclamou ele – Seu fiel amigo e único que realmente pode confiar!

Ouvir seu nome fez algo mover em minhas memorias, como um choque elétrico que percorreu todo meu corpo. Meu pai conseguiu quebrar a porta e acendeu a luz. Quando finalmente vi seu rosto minha mente explodiu, fazendo relembrar de todo meu passado, de todas memorias que estavam enterradas na mente.

Me lembrei do dia que encontrei ele pela primeira vez. Brinquedos floresciam de suas mãos, lembrei-me daquele sorriso agudo e sádico. Naquele dia eu o deixei muito irritado, ele esperava que eu desse mais atenção a sua arrogância, ele acreditava que merecia tudo de mim. Então ele se cansou e mostrou quem realmente era. Ele se revelou e aniquilou todas as pessoas importantes em minha vida. Ele sequestrou meus amigos para transforma-los em seus brinquedos, no início eu admirava ele por poder fazer tal coisa, eu era estupido por pensar assim. Foi inútil eu correr pela casa porque a porta azul reapareceu no meio da sala. Ele abateu meus verdadeiros pais e teve sua vingança, levando eles para longe de mim e quase me pegou também, mas consegui escapar de suas garras e corri o tanto quanto pude para longe dele mas o cheiro de sangue e carne decomposta persistia no ar.

- Foi você! – Eu estava possuído pela raiva e comecei a golpeá-lo com minha mão que estava livre dele. – Você que matou eles! Você! Eu continuei batendo nele, mas Jason continuava a sorrir, parecia que eu estava fazendo cocegas nele. Ele não tinha remorso algum por ter arruinado minha vida. Ele é um animal possessivo escondido atrás de um rosto bonito. Ele foi capaz de me dar tudo e depois arruinar minha vida. Ele era um ser maligno.
- É claro que fui eu minha esplêndida criatura! O Sr. Coelho foi um presente que eu criei pra você sempre lembrar de mim. – Ele sorriu para si mesmo. – Eu já fiz muitos, muitos brinquedos pra você com pessoas vivas, mal posso esperar para te apresentar a sua futura dona, Mareanda, mas você pode chama-la de Mandy se preferir.

De repente, algo acertou a cabeça dele mas quebrou em pedaços. Meu pai tinha um porrete de madeira, ele acertou o golpe na cabeça do monstro, mas a madeira foi quebrada. O sorriso de Jason se tornou uma careta de ódio e ele pressionou com mais força em meu pulso. Ele se virou e quando viu o rosto de Jason ele abriu os olhos arregalados e minha mãe cobriu a boca para abafar seus gritos. Meu pai não perdeu tempo em me libertar novamente. A vara quebrada no meio atingiu o rosto do Criado de brinquedos, na mesma hora puxei meu braço e consegui me libertar.

Corri junto com meus pais para fora do quarto. Rapidamente corremos para entrada, meu pai abriu a porta, mas em vez de termos a visão da frente do nosso jardim, havia um workshop do Jason.
- Nathan, eu vou lhe dar uma última chance! – Jason disse em uma voz baixa descendo as escadas – Eu vou pintar as paredes dessa casa com o sangue de todas as pessoas que você ama HAHAHAHA!
-Para cozinha, rápido! Nós corremos para a cozinha, ouvindo o riso do monstro que nos seguia.
Agora eu tinha uma assombrosa certeza que não era mais um pesadelo. O terror se apoderou de mim e o sangue de Deise em meus dedos era mais real do que qualquer coisa que já senti.

Eu me virei:
- Cadê o papai?
Minha mãe pegou uma faca e ficou mais perto de mim me segurando pelos braços.
- Steven! – Ela gritou com uma voz tremula, mas suspiramos de alivio quando vimos ele vindo da cozinha.
- Depressa antes que ele... – Assim como eu, ela olhou para o rosto pálido do meu pai. Ele caminhava lentamente com um olhar fixo no espaço e com os olhos arregalados.
De repente ele caiu no chão e atrás dele apareceu Jason com um sorriso congelado. O criador de brinquedos olhou para mim com os olhos selvagens.
- Acho que a bateria do papai acabou, deixe eu dar uma recarregada HAHAHA! – Jason revelou uma chave mecânica gigante pregada na parte de trás do meu pai, estava manchada de sangue. Ele deu corda no meu pai como se fosse seu brinquedo, a medida que ele girava a chave meu pai gritava. Na segunda girada eu comecei a gritar também, cobrindo meus ouvidos para bloquear o som dos ossos quebrando, mas eu não conseguia tirar meus olhos do corpo dele se contorcendo como uma cobra agonizado em dor.
- Vai embora! Deixe meu filho em paz! - Minha mãe me abraçou com força contra o peito e apesar do terror e as lagrimas, seu rosto parecia como uma leoa que protege seu filhote.
- Cala boca vadia! Não é com você que eu quero falar! – Resmungou o criado de brinquedos, furioso ele apontou sua garra branca – Vem comigo meu velho amigo. Nós vamos nos divertir juntos novamente, vamos voltar com a alegria e risos de antigamente.
- Não! Você é um psicopata! Eu não quero me tornar um monstro como você e tenho certeza que ninguém mais nesse mundo quer ser amigo de um monstro. Quero que você suma da minha vida! Quero ter minha vida de volta!

Ao som de minha recusa o rosto de Jason escureceu e seus olhos brilharam em fúria. Ele entrou em delírio, se contorcia e balançava a cabeça em negação.
- Eu não entendo – Ele resmungou baixinho – Você não entende, né? – Agora ele gritou cerrando os dentes, o rosto dele era ainda mais assustador agora – Eu fui o único que estava ao seu lado enquanto seus pais preferiam trabalhar Eu fui seu fiel amigo quando ninguém mais era – ele chegou mais perto de mim – Eu te dei toda minha atenção e criei um monte de brinquedos do jeito que você queria, então você não me quis mais e me machucou! – Seus gritos eram tão altos que ecoava pelas paredes enquanto meu corpo estremeceu de terror a cada palavra. – Eu me livrei das pessoas que et machucaram, não lembra? Você me pediu isso, eu acreditei que você queria ser meu amigo para sempre, mas você preferiu esquecer de mim.

Então o rosto relaxado de antes sumiu por completo e deu lugar a um rosto de louco sádico.
- Depois de tudo que eu fiz por você, não há desculpas, há algo extremamente errado com você. Você é uma criança extremamente má. Mas não se preocupe, eu vou corrigir isso. EU VOU TE CONSERTAR POR COMPLETO!
-Q-que? – Minha voz tremia.
-Você ouviu ingrato! Eu vou te consertar porque você não está bem – ele riu – Você vai se tornar meu mais lindo brinquedo.
Minha mãe estava paralisada por Jason, de repente acordou do transe e apontou a faca para ele.
- Não se atreva a tocar um dedo no meu filho, senão eu juro que vou mata-lo.
Jason olhou para minha mãe com um olhar desafiador e lentamente se aproximou. Eu sabia que Jason não gostava de ser desafiado. A faca tremia na mão da minha mãe enquanto Jason lançava um olhar inexpressivo. Ela me empurrou para trás dela e pulou em cima dele, minha mãe esfaqueou seu coração e os olhos do monstro se arregalaram, se contorcia de dor, gritando e agitando as sobrancelhas freneticamente, minha mãe sorriu triunfantemente.
- Brincadeirinha!

Foi quando o sorriso de Jason ressurgiu, ele abriu os braços indiferentemente, sem se incomodar com a faca cravada em seu peito. Minha mãe ficou imóvel por alguns segundos, mas ela estava possuída pelo desespero e começou a esfaqueá-lo diversas vezes, tentando desesperadamente fazê-lo reagir de alguma forma. O som nauseante de carne perfurada pela faca podia ser ouvido claramente, mas Jason matinha o perfeito equilíbrio.

- Acho que já foi o suficiente – num piscar de olhos ele pegou minha mãe pelo cabelo e bateu violentamente contra o chão – Eu estaria em apuros se encostasse nele, foi isso que você tinha dito?
Eu estava ao lado de minha mãe, ajudando a se apossar de joelhos, um lado do seu rosto estava inchado. Meus olhos saltaram para o criador de brinquedos que estava à espera de uma revanche imediata, mas eu estava petrificado como uma pedra quando vi o que ele estava fazendo.

Ele desabotoou a camisa e dirigiu as unhas no próprio peito, perto das lesões que recebeu com a faca. Ele afundou suas garras em sua carne e remexia por dentro dele procurando alguma coisa. Na ferida apareceu algo se rasgando para sair, um liquido preto e espesso caiu no chão. Não era sangue, mesmo se fosse deveria estar muito apodrecido como algo que nunca vi na vida. Algo brilhou de sua caixa torácica exposta.
- Provavelmente você também se esqueceu do quanto eu me preocupo com uma ótima trilha sonora no ambiente, mas tudo bem.


Suas mãos expostas cobriam uma caixinha de música que ele retirou de dentro de si mesmo. Então ele veio, eu queria gritar, queria ajudar, mas o terror que havia testemunhado me deixou completamente paralisado para fazer qualquer outra coisa, o importante era que minha mãe me abraçou, mas levou apenas um breve momento para ele arrancar ela de mim. Ele não teve o mínimo esforço para toma-la. Com uma mão ele apertou suas garras no pescoço da minha mãe e com a outra segurou o braço dela que esfaqueou ele.
- Agora vou lhe mostrar o que acontece com quem tenta me machucar, mamãe.

Lentamente ele inclinou o braço dela na direção oposta. Ela gritou de dor, tentando se libertar, mas o criador de brinquedos tem uma força enorme que ele poderia quebrar os ossos dela para fora se quisesse, mas ele não queria isso, ele queria ver ela chorando de dor. As unhas afiadas começaram a penetrar a carne no pescoço na minha mãe, ela não ia conseguir se livrar dele nesse ponto, ela estava perdendo sangue e morreria em alguns segundos.

- Ok tudo bem! Eu vou com você! Mas pare! - Eu gritei com toda a força que me sobrou.
Jason olhou por cima com um olhar sério. Minha mãe estava ficando mais pálida devido a dor e a perda de sangue. Ela precisava da minha ajuda, mas não havia nada que eu pudesse fazer a não ser me entregar o criador de brinquedos.
- Eu vou com você, mas deixe minha mãe – Eu disse com uma voz trêmula – Afinal, nós somos amigos, certo? – Eu tentei fazer um sorriso convincente, mesmo que estivesse tremendo da cabeça aos pés e com os olhos cheios de lagrimas, Jason sorriu. Ele estava satisfeito e feliz pela sua vitória.
- Excelente escolha, Nathan. – Naquela hora, os braços voltaram a cor habitual, suas feridas foram curadas em poucos segundos e ele tomou sua aparência amigável habitual. Seu rosto voltou ao normal, mas eu sabia o monstro que estava escondido por trás daqueles olhos cor de âmbar.

Parece que Jason aceitou minha renúncia, mas antes de soltar minha mãe, ele tirou do bolso um pequeno rato vermelho. Era sem dúvida mais um de seus brinquedos, daqueles de chave de giramento, ele deu corda no brinquedo, agarrou a mandíbula da minha mãe e colocou o brinquedo dentro de sua boca.
- O que foi? O rato comeu sua língua? HAHAHA – Ele gargalhou para longe de si mesmo. Por um momento eu vi os olhos da minha mãe em amplo desespero querendo gritar, mas tampada pela mão de Jason.

Vi uma luz e em seguida... uma explosão.

Ela caiu de joelhos, queixo, nariz e olhos se tornaram apenas uma poupa de carne onde antes era seu rosto. Ela caiu no chão. Sangue saia do seu corpo manchando todo o chão. Sangue e pedaços de carne dela respingou no meu rosto, eu estava paralisado olhando e não acreditando que aquilo aconteceu com minha mãe. Jason não parava de rir.
-P-por que você fez isso?
A esmagadora sombra do criado de brinquedos me cobriu e ele se inclinou para mim, seu rosto foi marcado por uma rachadura causada pela explosão.
- Porque agora nós não somos mais amigos, você é um pedaço de merda insignificante para mim. E agora eu sou seu criador.

Então ele me agarrou pelo braço e me puxou para ele.

- AGORA EU VOU TE CONSERTAR... POR... COMPLETO!

Enviado por: Kauan Romeu
02:25

Não tenha Medo

Sarah dormia confortavelmente em sua cama, seus sonhos estavam felizes, ela tinha um sorriso no rosto, ela estava deitada confortavelmente em sua cama e tudo o que ela lembra, era um trovão alto à acordando. Ela se assusta com o som alto do trovão e abraça seu pequeno urso de pelúcia, ela se sente observada. Seu quarto um ambiente um tanto quanto calmo, um quarto não no formato quadrado ou retangular, mas um paralelepípedo deixando alguns cantos mais escuros do que outros.

Sarah olha para seu quarto, nessa hora tudo fica assustador, suas bonecas na estante logo a frente aparentavam ter um aspecto macabro, elas estavam apenas observando Sarah com seus olhos esbugalhados, Sarah abraça seu ursinho com força, ela tem medo, mas quer ser corajosa, ela continua olhando ao redor, ela continua se sentindo observada. Finalmente ela observa um dos cantos escuros do quarto, estava muito escuro, mas forçando seus olhos Sarah consegue distinguir uma forma. Ao distinguir aquela estranha forma que aparentava ser um homem, coincidentemente a chuva finalmente, em meio a raios e trovões, começa a cair. Sarah quer ser corajosa, ela se levanta e segue em direção ao homem, ele sabe que Sarah quer vê-lo e antes dela chegar numa área onde sua face fosse visível, ele apenas faz um simbolo com a mão para Sarah parar.

Sarah entende o sinal e para, ela com uma voz doce e inocente fala:

– Olá! Quem é você? O que faz no meu quarto?

O silencio reina por um tempo, Sarah indaga:

– Vamos! Fale comigo! Se não vou chamar os meus pais! Quem é você? O que faz no meu quarto?

O silêncio continua reinando. Ela pensa em gritar:

– Paaaaa.....

– Shiiii. - Faz com um dedo da frente da boca o homem nas sombras.

Então me responda! – Fala Sarah com uma voz seria.

– Minha criança, suas perguntas não irei responder, não é a hora ainda. – Indaga o homem com uma voz rouca, fraca quase inexistente, talvez ela não fosse escutada se um trovão aparecesse na hora.

– Então, por que está nas sombras? – pergunta Sarah.

– É onde eu vivo. – diz o homem.

– Deve ser solitário ai... – Fala Sarah sentindo pena do homem.

– Você não tem medo... – Ele é interrompido por um trovão violento.

– O que? - Diz Sarah.

– Você não tem medo de mim? – Repete o homem agora terminando a pergunta.

– Porque eu teria?– Fala Sarah apertando contra seu peito seu ursinho.

– Porque eu sou um pesadelo... – Fala o Homem.

– Pesadelo? Você é só uma pessoa com problemas, me diga o que aconteceu, Eu sempre ajudo meus amigos! Aliás! Quer ser meu amigo? É... Que eu não tenho muitos... – Diz a criança com um final receoso em seu tom de voz.

O homem rir um pouco e Sarah consegue distinguir um sorriso em seu rosto. Ele a responde:

– Eu adoraria ser seu amigo, mas... Eu não vou ficar aqui muito tempo.

– Por favor fique, me diga seu nome pelo menos... – Pede a doce menina

– Meu nome? Acho que não tem mais problema certo? – Disse o Homem. – Eu já tive muitos nomes, todos em épocas diferentes, mas talvez o que você me conheça é Bicho Papão!

A Doce menina aperta mais forte seu ursinho contra si, seu corpo treme, o homem... Ops o Bicho Papão vai em direção a ela, revelando em meio aos relâmpagos sua face deformada, seu corpo necrosado e fala:

– Por isso minha criança eu não disse meu nome, não disse o motivo de estar aqui, meu nome você já sabe, agora o motivo de estar aqui é simples, eu me alimento do medo... Você agora é uma refeição completa.

Ele caminha em direção a Sarah, um vulto preto cai sobre ela e a única tentativa de gritar de Sarah é abafado por um trovão assombroso. No dia seguinte foi apenas encontrado um bilhete preso no braço do ursinho da jovem:

" Não tenha medo do escondido na escuridão, tenha medo se aquilo sair de lá para ir a luz, é nesse momento que eles querem te pegar."


Enviado por: Thayna Pantrigoo

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

04:02

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Vou contar algo que aconteceu no ano de 1990. Eu morava em Praia Grande, meu marido trabalhava em plantão noturno de guincheiro...sempre ia em casa jantar e o amigo dele, ficava esperando ele dentro do guincho, porque trabalhavam em dois.

Uma madrugada, enquanto meu marido jantava, o amigo dele começou a buzinar varias vezes e meu marido achou estranho, se despediu e saiu pra continuar o trabalho. No outro dia, meu marido disse que o amigo dele falou que, enquanto estava no carro aguardando, viu lá adiante na rua, um cão muito grande e vários cachorros acompanhando aquele cão, quando chegou na esquina, que era uma encruzilhada, (Obs: minha casa é a quinta depois da esquina) aquele enorme cão negro se levantou nas patas traseiras e ficou de pé, foi quando o amigo disse que se abaixou no guincho na frente do banco e se escondendo de medo, começou a buzinar. Eu não queria acreditar naquilo, mas no final da semana, o amigo do meu marido foi em minha casa, e relatou todo o ocorrido, e jurou que era verdade, e que nunca mais iria de madrugada com meu marido na minha casa...e nunca mais foi...eu ouvi quando ele buzinou que nem um louco, e ele falou pra mim o que aconteceu, e eu acreditei nele, pois ele contou na frente de várias pessoas que estavam em minha casa.

Eu não vi, quem viu foi ele, mas não acho que ele não mentiu. Detalhe, na esquina contrária a essa encruzilhada, é o cemitério da cidade.


Enviado por: Sophia Pimenta

03:36

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 Tenho uma história pra contar, moro na mesma casa desde meus 7 anos. Vi meu pai falecer aqui em 1992, no quarto onde dormíamos que ficava no porão, quando entrei na porta fiquei parada e vi meu pai me acenando um adeus, como era criança não entendia muito bem sobre essas coisas. Depois que meu pai morreu minha mãe nunca mais foi a mesma. Mesmo assim continuamos na mesma casa porque a mesma pertencia ao meu avô, que já era bem idoso e minha mãe e eu cuidávamos dele. 
 Em 2006 meu avô com 107 anos faleceu e foi velado na casa onde morávamos (e moro ate hoje) fiquei perdida, pois era a única figura paterna que tinha, tive sonhos com ele e por várias vezes disse a minha mãe que ele (meu avô) estava com frio e que tínhamos que levar uma coberta pra ele no cemitério. Passando um tempo parei de ter sonhos, acho que finalmente ele descansou. Uma noite eu estava indo dormir e tinha acabado de dar boa noite pra minha mãe e fui pro meu quarto, me deitei de barriga pra baixo e me cobri até a altura do pescoço. Senti uma paz muito grande e de repente senti como se tivesse alguém puxando minha cobertas com a intenção de me cobrir, abri os olhos e falei obrigada mãe, mas não obtive resposta, então ouvi barulhos nos tacos do chão da sala e as luzes todas apagadas, na hora percebi que não foi minha mãe e sim meu avô. Disse obrigada vô, mas estou bem coberta. Os tacos pararam de fazer barulhos e eu dormi bem a noite toda. Até hoje ouço passos em minha casa, mas não me importo, hoje minha mãe também já é falecida, e tenho certeza que nem meu avô nem minha mãe me fariam mal algum. Mas meu marido morre de medo dessas coisas, logo quando minha mãe morreu meu marido não conseguia dormir direito até que eu fui num centro kardecista que meu sogro trabalha e lá me disseram que, enquanto eu não mudasse as coisas da minha casa de lugar, meu marido não teria paz, eu fiz o que mandaram e nunca mais meu marido perdeu o sono.

Enviado Por: Mariangela Padilha dos Santos


03:17

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 Isso que irei relatar aconteceu já faz 20 anos.
Eu moro nos fundos e minha cunhada na casa da frente. O meu sobrinho tinha um amigo que tinha uma mobiliete, e eles sempre estavam juntos andando de mobilete. Uma tarde, eu ouvi o barulho da mobilete parando em frente de casa, e o amigo do meu sobrinho chamando por ele. Como ninguém na casa da minha cunhada aparecia pra atender o rapaz, eu fui até a frente de casa, vi o rapaz na mobilete e disse a ele:
- Meu sobrinho não está, ele saiu...
O rapaz agradeceu e eu entrei, e não me lembro de ouvir ele ligar a mobilete e ir embora. Quando foi mais tarde, disse pro meu sobrinho que o amigo dele tinha vindo procurar ele, qual foi meu espanto quando meu sobrinho me disse assim:
- Tia, impossível a senhora ter visto ele...
E eu disse:
- Por que?
E meu sobrinho me falou:
- Acabei de vim da casa dele, porque ele ia me emprestar a mobilete, e fiquei sabendo que ele foi morto de madrugada, encontraram o corpo dele jogado na beira de um rio.
Eu fiquei assustada, porque tenho certeza do que vi, eu atendi o amigo do meu sobrinho e mal sabia eu que ele já estava morto àquela hora. Lembro perfeitamente, como se fosse hoje, o rapaz só de bermuda vermelha e sem camisa, pois era verão na época.


Enviado por: Sophia Pimenta
03:02

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Me formei em auxiliar de enfermagem já tem 9 anos. Um dia, eu e meus amigos do grupo de estágio estávamos no hospital da cidade no turno da noite, com a supervisão da professora, é claro.
Quando era mais ou menos umas 3 da manhã, estávamos conversando no corredor do PS, e precisei ir ao banheiro, então disse a eles que iria usar o banheiro que ficava na ala da clínica médica. Quando entrei na ala, as luzes de todos os quartos e do corredor estavam apagadas, somente a luz da enfermaria estava acesa, onde tinha uma enfermeira.
Quando comecei a ir em direção ao banheiro, tive a estranha sensação de que alguém me seguia pelo corredor, e assim que cheguei a porta do banheiro, logo bati a mão no interruptor pra fazer claridade, pois aquela sensação me assustou muito, e detalhe: Não tenho medo de coisas sobrenaturais, mas aquilo me deixou assustada demais.
Saí de lá rapidamente, e quando cheguei até meus amigos, não comentei nada com eles, pois iriam dizer que era impressão minha, e também porquê uma das minhas amigas tinha muito medo de histórias sobrenaturais, quando a gente contava histórias desse tipo perto dela, ela implorava quase aos prantos que a gente parasse, porque ela depois nem conseguia dormir, então em respeito a ela eu me calei também.
Mas qual não foi a minha surpresa, quando ela me perguntou: Qual banheiro você foi?
Porque também quero ir, aí eu disse q tinha ido no da ala da clínica médica, e ela foi sozinha. Pra meu espanto, quando ela retornou, ela estava com uma cara de assustada, e eu perguntei: - O que houve?
E ela me disse: "Dé, eu senti algo estranho quando entrei lá, parecia que alguém me seguia pelo corredor, me deu muito medo, aí sim eu resolvi contar a ela o que eu tinha sentido, a mesma coisa quando entrei lá.
Ela me pegou pelos ombros, me chacoalhou e disse: _ E porquê você não me disse?
Na hora eu achei até engraçado a forma com que ela me balançou pelos ombros, pois no meu grupo nos dávamos muito bem, nos divertíamos muito. Então eu disse à ela: - Se eu te contasse, você iria ficar com medo e não iria, e como eu iria adivinhar que você sentiria a mesma coisa que eu? Nós duas nos olhamos assustadas uma pra outra quando tivemos certeza de que o que sentimos então não tinha sido mera impressão, mas sim algo sobrenatural mesmo.
Quando ela me disse que sentiu a mesma coisa, não tem como dizer que foi pura coincidência não é?
Afinal de contas, eu não tinha relatado o que eu senti à ela...


Enviado por: Sophia Pimenta

02:33

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 Não lembro a data, mas a voz que eu ouvi enquanto tomava banho foi bem nítida. Como falei, estava no banheiro quando escutei a voz da minha mãe me chamar, foi tão clara que sai do banho para responder, mas não havia ninguém, não me apavorei, pelo contrário, uma vontade de ir até a casa de minha irmã se apossou de mim, passei pelo local aonde minha mãe estava e insisti para que ela fosse comigo. 
 A casa dela fica a duas ruas da minha, quando chegamos na esquina deparamos-nos com uma ambulância na porta da casa de baixo da dela, onde morava a sogra dela, minha mãe correu achando que havia acontecido algo com minha sobrinha, mas havia sido a sogra da minha irmã que morrerá de um ataque do coração. Coincidência ou não, a hora da morte foi próxima de quando ouvi a voz. Estranho, não é? 
 Até hoje me pergunto o porquê de ter ouvido aquela voz.
Enviado por: Felipe Silva

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